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Na coluna A
política como ela é desta semana, o jornalista e consultor político Gaudêncio Torquato questiona: O que
aconteceria se Lula, mesmo com 80% de aprovação popular, tivesse adiado o
tradicional carnaval de fevereiro para o mês de abril, em homenagem a um de
seus ministros, o mais querido (quem seria?), se acaso este deixasse nosso meio
às vésperas da festança do Rei Momo? Para ler o artigo O direito ao riso, CLIQUE
AQUI
No artigo Ante os pequeninos, o jornalista Sérgio Lapastina continua a analisar pelo viés da Comunicação as
lições do livro Sinal Verde, de Chico Xavier, pelo espírito de André Luis.
Segundo o colunista, não existe criança - nem uma só - que não solicite
amor e auxílio, educação e entendimento. Para ler a coluna Comunicação com
todas as letras, CLIQUE AQUI
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Vera Giangrande
Ela é considerada um dos nossos mais respeitados
nomes da Comunicação. Dona de um carisma
e simpatia contagiantes,Vera Giangrande foi, ao longo
de toda a sua vida, uma daquelas pessoas especiais que
inspiram respeito, confiança, admiração
e reconhecimento, não apenas em razão
de seu trabalho cotidiano, mas também pela atitude
dedicada e firme que sempre teve nas frentes que representam
sua categoria profissional.
Começou sua carreira como redatora de publicidade
na Colgate Palmolive, depois integrou a equipe de Relações
Públicas da J. Walter Thompson, e foi empresária
de sucesso na sua Inform, uma das mais importantes empresas
brasileiras de Relações Públicas.
Nossa Dama de Ferro também fez história
à frente do Conselho Regional de Relações
Públicas - 2a Região e do Conselho Federal
de Relações Públicas, exercendo
um decisivo papel apaziguador na antes conturbada relação
entre jornalistas e relações públicas.
Naquela oportunidade, através de um importante
trabalho de parceria com o Sindicato dos Jornalistas
Profissionais no Estado de São Paulo, contribuiu
significativamente para o redirecionamento das funções
dos RPs e dos Assessores de Imprensa .
A partir de 1994, Vera Giangrande entregou-se a um novo
desafio profissional, assumindo de corpo e alma o papel
de defensora dos interesses dos clientes da rede de
supermercados Pão de Açúcar. Deixou
de lado o conceito de ombusdsman de gabinete para sair
a campo, colocando seu rosto em cada um daqueles estabelecimentos,
assumindo, pessoalmente e com a sua assinatura, a garantia
do compromisso de que o "cliente tem sempre razão".
Inovou, mais uma vez, pela atitude corajosa de quem
conhece como poucos a sua profissão, sempre teve
plena consciência da sua responsabilidade como
profissional da Comunicação e sempre soube
da importância social do seu trabalho. O Prêmio
Personalidade da Comunicação do Ano 2000
foi a última homenagem pública recebida
em vida por Vera Giangrande, nossa eterna Dona Vera. |
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