3/9/2010

No artigo Telemarketing, a colunista Thais Alves afirma que a maior dificuldade de quem trabalha pelo telefone é se relacionar com o cliente: ouvindo-o. Segundo a colunista, se os jovens que trabalham com isso fossem instruídos a ouvir antes de falar, metade das queixas estariam resolvidas e as dúvidas solucionadas.
Para ler a coluna Comunicação e Imagem, CLIQUE AQUI


Na coluna Marketing Direto, Nelise Zymberg fala da importância de manter o telefone dos clientes atualizado. Segundo a colunista, por muito tempo as empresas atualizavam apenas os dados para endereçamento postal, depois o interesse aumentou para o número do telefone comercial para envio de fax e em seguida o endereço de e-mail.
Para ler o artigo Relacionamento por telefone, CLIQUE AQUI

Sérgio Lapastina
As idéias expressas pelo autor não refletem, necessariamente, a opinião do Jornal da Comunicação Corporativa e de seus editores.

I de inimigo e de irmão
27/08/2010 - 09:11:20

E no livro Sinal Verde, de Chico Xavier, pelo espírito André Luiz...
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ANTAGONISTAS
O adversário em quem você julga encontrar um modelo de perversidade talvez seja apenas um doente necessitado de compreensão.
Reconheçamos o fato de que, muitas vezes, a pessoa se nos torna indigna simplesmente por não nos adotar os pontos de vista.
Nunca despreze o opositor, por mais ínfimo que pareça.
Respeitemos o inimigo, porque é possível seja ele portador de verdades que ainda desconhecemos, até mesmo em relação a nós.
Se alguém feriu a você, perdoe imediatamente, frustrando o mal no nascedouro.
A crítica dos outros só poderá trazer-lhe prejuízo se você consentir.
A melhor maneira de aprender a desculpar os erros alheios é reconhecer que também somos humanos, capazes de errar talvez ainda mais desastradamente que os outros.
O adversário, antes de tudo, deve ser entendido por irmão que se caracteriza por opiniões diferentes das nossas.
Deixe os outros viverem a sua própria vida e eles deixarão você viver a existência de sua própria escolha.
Quanto mais avança, a ciência médica mais compreende que o ódio em forma de vingança, condenação, ressentimento, inveja ou hostilidade está na raiz de numerosas doenças e que o único remédio eficaz contra semelhantes calamidades da alma é o específico do perdão no veículo do amor.
Algumas pessoas escreveram reclamando que eu não dou continuidade ao Sinal Verde, intercalando as lições, com crônicas e textos outros. Ora, mas a proposta é exatamente esta: mesclar nosso dia a dia conturbado do universo das comunicações, com as lições mais calmas e revigorantes do Universo da Fraternidade.
Hoje até que ia escrever outra coisa, mas atendendo aos pedidos, voltemos, pois, ao Sinal Verde. E, claro, havia um bom motivo para eu dar esse intervalo... vejam o tema "cascudo" dessa lição...
Querem coisa mais difícil, complicada e dura, do que compreender, entender e se relacionar com antagonistas, inimigos, desafetos e conflitantes em geral. E olha que nem estou falando do perdoar... apenas do se relacionar, sem ter pensamentos, desejos e ações negativas.
Quando a lição diz "A crítica dos outros só poderá trazer-lhe prejuízo se você consentir", claro que é a mais pura e dolorosa das verdades. Primeiro porque temos dificuldade (para não dizer impossibilidade) de ouvir uma crítica de forma entender a posição alheia, observar pontos e colocações e - quem dera - aceitar que não estamos assim tão cobertos de razão.
Ou então, se estivermos com a razão, será que sabemos como colocá-la sem imposição, arbitrariedade ou convencimento?
Conheço pessoas (nas quais, muitas vezes, me incluo) que basta que determinados alguéns simplesmente abram a boca para que recebam criticas. O que aquela pessoa fizer, seja o que for, como for, quando for... estará errado. E, claro, assim muitas pessoas também são para conosco.
Também nesse item, no relacionamento com esses antagonistas, temos que aprender a ouvir, a falar, a nos mover sem preconceitos, sem pré intenções, sem já agir como resposta ou reagir com a mesma força.
 "Deixe os outros viverem a sua própria vida e eles deixarão você viver a existência de sua própria escolha"... quisera que fosse assim tão fácil... 



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